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Gosto de me olhar ao espelho puxando cada segundinho passado contigo...gosto de ver o brilho nos meus olhos, e a alegria no meu sorriso. Gosto de puxar pensamentos, reflectir sobre ideias, e rever oportunidades. Gosto de aperfeiçoar cada pontinha mal limada, daquilo que possivelmente nos fará tropeçar...eu? Eu gosto de tudo. Gosto de tudo em ti e, pela primeira vez em 17 anos de vida, gosto de determinados aspetos em mim que jamais ponderei colocar naquela que se pode considerar, efetivamente, como a minha lista de possíveis gostos. Gostos ou...digamos..."aceitações" (?). Eu amo-te. Queria que o meu coração se enchesse de uma força totalmente inquebrável e irreconhecível, e que isso o tornasse capaz de me fazer cuspir tudo aquilo que me faz amar-te. Porquês, razões, crenças...palavra a palavra, letra a letra. Sei o quanto o merecias. Tu és lindo...és lindo e cada amo-te vindo de ti, significa como que...uma recuperação para mim, ou...até...um ano de vida adicionado àquele que será, possivelmente, o meu tempo estimado de vida.
Sei de cor todos os teus traços...reconheço a espessura do teu cabelo, as formas do teu corpo, a suavidade dos teus lábios...e, até, a frieza da tua pele. Adoro-a. Quer acredites, quer não, e quer isto pareça surreal, consegui habituar-me. E sabes porquê? Porque embora a tua pele seja fria, o toque queima.
E já referi como pica a tua barba? Pois é, não me esqueci. Não me esqueci de todas as vezes em que me fizeste soltar uma interjeição, pelo simples facto de teres sobre a cara tudo aquilo que – e eu sei-o bem –, mais te incomoda no que é a natureza do homem, a barba. Meu amor, até assim ficas lindo. A tua beleza é tão incomparável aos meus olhos, que mesmo se te vestisses de palhacinho e me batesses à porta de casa com um balão na mão, fazendo assim barulhos chatos e totalmente descabidos, eu te soltaria um sorriso e um abraço bem apertadinho...e mesmo assim, não, que não te passe pela cabeça a ideia de o fazeres (!). Sabes que te iria chatear com tal episódio durante os próximos...14 anos de vida, coisa que não te agradaria, de todo.
Até adoro quando és chatinho, vê-lá tu! Nem isso eu mudaria. Aliás, se o fizesse, iria provavelmente sentir falta de todas as tuas implicâncias. E afinal...é isso que faz de nós um belo casal, não é? O facto de sermos...digamos...especiais. Eu amo reconhecer-nos como tal! Amo fazer-te passar por "VIP" em tudo! É esta minha mania de te amar que nem uma doida...aliás, para mim, o teu nome do meio não é Oliveira, mas sim Especial – não tentes entoá-lo, amor. A sonoridade das coisas é o menos irrelevante onde existe amor, não é? Afinal...ama-se com o coração, não com os ouvidos. E outra coisa...deixa que digam e "re-digam". Fui feita para amar a pessoa incrível que és, não para viver em torno de uma dada ideia ou protótipo de idealismo...eu amo-te. Eu amo-te e sinto o meu coração pequenino demais para tal sentimento que dentro dele fizeste crescer. E sabes qual é a sorte? É que ao meu, juntaste o teu, o que para bem de muitos, e mal de outros, o tornou mais forte e quase que inquebrável.
Amo-te. E vou voltar a dizer: és um príncipe.

3 comentários:

  1. o amor é tão lindo. e quando é mútuo então... como eu compreendo cada palavrinha aqui descrita. como eu entendo cada sentimento que aqui expressas.

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  2. é mesmo o melhor da vida , não achas? <3

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  3. deixa-me só relembrar que adoooro o teu blog por completo. e engraçado que fui o último comentário a este texto e agora volei aqui <3

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Sem medos, ❤