O coração é um órgão muscular que, no ser humano, tem o tamanho aproximado de um punho fechado. Bate cerca de 109.440 a 110.880 vezes por dia, bombeando aproximadamente 5 l de sangue. Curioso, não é? Curioso que algo tão "pequeno" tenha a capacidade de nos fazer amar tanto alguém...mais precisamente: é impressionante como algo tão "pequeno" é capaz de me fazer amar-te tanto. Já viste? O meu coração bate cerca de 109.440 a 110.880 a cada dia, por ti. É verdade, por ti. Eu amo-te. E o mais incrível no meio de tudo isto é que nada, absolutamente nada do que possas dizer, fazer ou argumentar, me fará amar-te menos. Tu és o brilho dos meus olhos, a força do meu sorriso, cada tecido de todos os meus 650 músculos. Sim, cada tecido dos meus 650 músculos. E sabes o que são músculos, na sua teoria exata? São todos os tecidos do corpo, responsáveis pelos movimentos de cada ser humano, quer voluntários, quer involuntários, e é através deles que cada ser tem a capacidade de "interagir" com os seus orgãos internos, como o coração. E a minha intenção não é, de todo, dar-te uma aula de Ciências Naturais...a mensagem que eu quero transmitir-te é que sem ti, nada faz sentido. Nada. Eu amo-te. Preciso de ti para acordar, para adormecer, para lavar os dentes, para vestir o pijama, para comer...preciso de ti para fazer tudo aquilo que é necessário não só para uma vida estável e feliz, mas para a própria vida em si. Quero casar contigo, independentemente de tudo o resto. Não preciso de facebook, tumblr, blog, messenger...preciso de ti, tanto aqui, como numa ilha deserta, só nós e uma cabana. Tu és lindo. E o meu conceito de beleza começa por explicitar-se nos teus lindos olhos verdes, percorrendo todo o teu corpo, quer a nível exterior, quer interior, até ao teu inocente sorriso. Não temo nada do que possam dizer, nem te amo menos por julgamentos alheios. E sabes quando é que o amor existe? Quando mesmo na existência de conflitos entre o casal, críticas exteriores e problemas na própria relação, o amor cresce a cada, cada dia. E o meu cresce. Cresce muito. Cresce sem limites, sem horas, sem "porquê's", "como's" ou "se's". Somente cresce. Já está tão grande...é como aquela sensação magnífica (penso eu) de ter um belo filho a crescer dentro de nós...ele começa pequeno, mas nós já o amamos mais do que tudo; vamos acompanhando o seu crescimento e criando um laço cúmplice e inquebrável de amor, amizade, carinho, e todos os adjetivos "amorosos", até ao dia em que ele nasce e floresce, abrindo na nossa vida um capítulo novo e feliz, sem fim. Um capítulo de esperança, alegria, ternura e amor fresco como a brisa que corre à beira mar, e grande e forte como uma labareda de fogo. O meu amor por ti é assim. Ensinaram-lhe tudo, desde respeitar, a amar, a ser fiel, a ser terno e carinhoso. Mas há uma excepção. Há algo que nunca lhe ensinaram. Nunca lhe ensinaram a amar-te menos. Eu e ele fizemos um pacto: amar-te e permanecer junto a ti, para todo o sempre. Com erros, com problemas...com tudo. Tudo. Eu amo-te. Isso nunca muda.
És lindo, João!
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