Nós amamos sem motivo, razão ou explicação; nascemos com um dom. Um dom de amar alguém, de forma totalmente diferente de pessoa para pessoa. Nós? Nascemos com uma forma particular de amar; uma forma nossa, uma forma própria, uma forma invulgar, aos olhos dos restantes. Mas o mais bonito? É que mesmo com o reconhecimento da nossa parte pelo facto de sabermos da existência de todos os olhares que nos qualificam como invulgares, nós amamos, amamos, amamos e voltamos a amar. Sem parar, sem dar porquês ou opiniões. Amamos porque amamos, amamos porque temos de amar. Amamos porque nascemos a amar. Amamos porque somos seres criados para recolher o amor alheio, e partilhar um amor nosso; inculto, triste, quente, frio, morno, pequeno, médio, grande...incondicionalmente, partilhamos.
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