
A verdade é que eu tenho ciúmes de tudo. Até daquilo que não é meu. Entendes agora porque te quero ver longe de tudo aquilo que....simplesmente mexe? Não és meu em presença, mas és meu em coração. Partilhamos uma vida juntos. Partilhamos ou...partilhámos! É impressionante como...por vezes, até um mero acento muda tudo. Mas sabes que mais? Independentemente da assiduidade de um acento, nunca ninguém me tirará o que sinto. E...eu amo-te. Leva isto como um relembramento, ou como um realçamento de algo de que eu nunca vou desistir, por mais tempestades que a vida me traga, ou por mais batalhas que tenha de combater. Em todas as ocasiões, és a minha força. Seja para superar ventos, chuvas, montanhas, muralhas...guerras e até pessoas! Seja como namorado, ou como amigo. Somente nada me vai parar. Nada me vai parar porque a vida me ensinou de que por vezes...temos de abdicar de tudo aquilo que mais amamos, para conseguirmos ser felizes. Mas com todo esse ensinamento, ela levou-me a ver que quando algo é realmente forte e persistente o suficiente, vem, e fica. Se queres levar isto como uma esperança varrida para debaixo de cobertas, e um sonho desperdiçado em tempos limitados, leva. Mas acima de tudo, a vida ensinou-me que nasci para ser alguém, e que os limites, somos nós próprios que os impomos.
Eu amo-te. Mas meu querido, como eu disse, «eu nasci para ser alguém, e nada me vai parar».
Sem vergonha alguma:
Gabriel, este texto foi para ti.
E devido à "direção" tão argumental pelo que optei, sei que apenas posso dirigir-te um adoro-te. Mas...não posso negá-lo: um adoro-te bem redondinho a um amo-te. E isso...será "sempre".
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